Av. Afonso Costa 26, Loja H — Lisboa
Compra de arte sacra · Lisboa e todo o país

Vender arte sacra? O valor está na época e na mão que a fez

Avaliação grátis · Pagamento na hora · Loja no Areeiro, Lisboa.
Vender arte sacra

Herdou imagens de santos, um oratório, peças de altar? A Vintage LX compra arte sacra antiga — imaginária em madeira policromada, oratórios, cálices, custódias, cruzes, marfins e paramentos. Vemos a talha, a policromia e as marcas à sua frente, e explicamos como se chega ao valor. Aqui o peso do metal é quase sempre a menor parte da conta: o que decide é a época, a qualidade da escultura e o estado em que a peça chegou até nós. Pedimos-lhe apenas que nos diga de onde vem — é o que nos permite comprá-la com segurança para os dois lados.

Porquê a Vintage LX

Porquê escolher-nos para vender arte sacra

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Avaliamos a peça, não o metal

Um cálice de prata vale muito acima do peso se for de boa época e de boa mão. E uma imagem em madeira não tem metal nenhum, podendo valer mais do que todos eles.
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Conhecemos imaginária e alfaias

Sabemos ler a talha, a policromia original, os restauros por cima e as marcas de contraste. É isso que separa uma peça de altar de uma reprodução de devoção.
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Discrição e pagamento imediato

Tratamos estas peças com a reserva que merecem, e pagamos na hora.
Como se calcula

Como é calculado o valor de uma peça de arte sacra

A balança é o instrumento errado para esta mesa. Numa peça de altar o metal é o piso do preço; o que o levanta é a época, a mão que a talhou, e o facto de ter chegado até aqui inteira.
Especialista da Vintage LX a examinar com lupa a base de uma imagem de santo em madeira policromada, com luvas de algodão
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Época e centro de produção

Uma imagem seiscentista e uma reprodução do século XX podem parecer-se à distância e valer coisas incomparáveis. A época e a escola onde foi feita são o primeiro corte.
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A qualidade da escultura e da policromia

Nas imagens, o que decide é a mão: o desenho do rosto e das mãos, o movimento do pano, o dourado a folha. A policromia original vale muito acima de uma repintura, por bem feita que esteja.
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Estado, restauros e peças em falta

Faltar um dedo, um resplendor ou a peanha não desqualifica nada: é o que se espera ver ao fim de séculos. O que tira valor a sério é o restauro agressivo — repinturas por cima do original e madeira nova mal disfarçada.
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Não desmontar nem separar conjuntos

Um conjunto de altar completo, um oratório com a sua imagem, um par de castiçais: valem acima da soma das partes. Separar é a forma mais rápida de perder dinheiro.
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Marcas, contrastes e proveniência

Na prataria de altar as marcas de contraste dizem cidade e época. E, tratando-se de arte sacra, saber de onde vem a peça faz parte da avaliação — protege-o a si e a nós.
Onde avaliamos

Três formas de nos mostrar as suas peças

Muita arte sacra é frágil e pesada ao mesmo tempo: madeira seca, policromia a soltar, marfim que racha com a mudança de temperatura. Antes de embrulhar seja o que for, mande-nos uma fotografia.
Oratório de madeira aberto com cruz processional e cálice em prata, no balcão da loja Vintage LX, no Areeiro
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Na nossa loja, no Areeiro

Traz a peça, vemo-la à sua frente — a talha, o verso, a base — e dizemos-lhe o valor no mesmo dia. Em Lisboa, Cascais, Sintra ou Oeiras, é o mais simples.
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Por fotografias, antes de sair de casa

Fotografe a peça de frente, de costas e a base, com boa luz e sem flash directo. Nas imagens de vestir, fotografe também por baixo do manto. Damos-lhe uma primeira ideia sem sair de casa.
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Em sua casa, quando se justifica

Oratórios, imagens grandes e conjuntos de altar não se transportam numa mala. Nesses casos vamos nós, e é o mais sensato: estas peças partem-se com uma facilidade enorme.
Heranças de família

O oratório que ficou no quarto dos avós

As imagens que estiveram sempre no mesmo sítio, o oratório do corredor, o cálice que veio de um tio padre. São peças difíceis de resolver, porque parecem ao mesmo tempo de família e de igreja — e é por isso que ficam anos guardadas. Avaliamos com discrição e sem pressa.
Uma nota de honestidade: há peças que não podemos comprar — bens inventariados de igrejas e paróquias, ou peças cuja proveniência não se consegue explicar. Se for esse o caso, dizemos-lho de frente e explicamos porquê.
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Avaliação gratuita

Sem compromisso: na nossa loja em Lisboa, por fotografias, ou em sua casa quando se justifica.
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A peça explicada

Dizemos-lhe a época provável, se a policromia é original e o que vale cada parte.
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Pagamento na hora

Assim que aceitar a nossa oferta, recebe no momento — sem burocracias.
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns de quem vai vender arte sacra

Compram imagens religiosas de família?

Sim, é o que mais nos chega: imagens de santos em madeira, de vestir ou de roca, oratórios domésticos e crucifixos. Herdados de casa, é o caso normal e o mais simples de resolver.

A imagem tem a pintura estalada e falta-lhe um dedo. Interessa?

Interessa. Ao fim de dois ou três séculos é isso que se espera ver. Não mande restaurar nem repintar antes de mostrar: quase sempre tira valor em vez de acrescentar.

Compram peças que vêm de igrejas?

Só com proveniência clara. Há bens de igrejas e paróquias que estão inventariados e não podem ser vendidos, e não avançamos sem perceber a origem da peça — é uma protecção para si tanto como para nós.

Compram alfaias e paramentos, ou só imagens?

Cálices, patenas, custódias, turíbulos, cruzes processionais, castiçais de altar, missais e paramentos bordados. Nos têxteis o que conta é o bordado e o estado, não o peso.

Vale mais desmontado, pelo metal?

Praticamente nunca. Uma peça de altar em prata de boa época vale múltiplos do valor do metal. Se o peso valer mais do que a peça, dizemos-lho — mas é raro, e é a excepção.
Avaliação grátis e sem compromisso

Mostre-nos as peças. Dizemos-lhe o que valem.

Uma imagem de família, um oratório inteiro ou um conjunto de alfaias: avaliamos com discrição, explicamos o que estamos a ver e pagamos no momento.
Avaliação grátis · Pagamento na hora · Loja no Areeiro, Lisboa