Só – António Nobre (1974)

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Décima edição de Só, a obra-prima de António Nobre, publicada pela Livraria Tavares Martins, Porto, em 1974. Exemplar com 217 páginas, nunca lido, apresentando-se em excelente estado de conservação.

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Só é a obra mais célebre de António Nobre e um dos livros mais importantes da poesia portuguesa moderna. Publicado originalmente em 1892, constitui um marco da literatura portuguesa pela sua expressão profundamente pessoal, melancólica e inovadora.

Nesta obra, António Nobre explora temas como a saudade, a solidão, a infância, a memória, a doença e a identidade portuguesa, criando uma voz poética singular que influenciou gerações de escritores e poetas. A linguagem intimista, musical e emotiva de Só tornou o livro uma referência incontornável da poesia portuguesa.

Esta edição da Livraria Tavares Martins mantém vivo um dos grandes clássicos da literatura nacional, sendo uma excelente oportunidade para leitores, estudantes, investigadores e colecionadores.

  • Título: Só
  • Autor: António Nobre
  • Editora: Livraria Tavares Martins
  • Local de edição: Porto
  • Ano de Publicação: 1974
  • Edição: 10.ª edição
  • Idioma: Português
  • Encadernação: Brochado / capa mole
  • Páginas: 217 páginas
  • Dimensões: 21 x 16 cm
  • Estado do livro: Excelente estado de conservação. Exemplar nunca lido. Capa e miolo impecáveis.
  • Classificação Temática: Poesia portuguesa, literatura portuguesa, simbolismo, pré-saudosismo

Considerado um dos livros de poesia mais importantes da literatura portuguesa, Só permanece uma leitura fundamental para compreender a evolução da poesia portuguesa entre o final do século XIX e o início do século XX.

Nota sobre o autor:
António Nobre (1867–1900) foi um dos mais importantes poetas portugueses do final do século XIX. Autor de uma poesia profundamente autobiográfica, melancólica e emotiva, destacou-se pela originalidade da sua voz literária e pela forma como transformou a saudade, a nostalgia e a fragilidade humana em matéria poética. A sua obra exerceu influência duradoura na literatura portuguesa e continua a ser considerada uma das expressões mais autênticas da sensibilidade poética nacional.

Só – António Nobre (1974)
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